Quem somos
Jaezes é, por enquanto, uma pessoa e uma ideia teimosa.
A pessoa é Igor Pereira. Ele cria conteúdo digital há quinze anos. Começou numa internet que ainda era um lugar de gente curiosa, e nunca saiu de lá. Nesse tempo todo passou por quase tudo que uma tela permite: foi editor de vídeo, daqueles que cortam horas de material até sobrar só o que importa; foi professor de programação e de lógica, ensinando gente que jurava não levar jeito a pensar em passos, a desconfiar das próprias certezas e a gostar do erro, porque é dele que se aprende; e virou desenvolvedor de inteligência artificial, mexendo por dentro nas ferramentas que hoje ajudam este jogo a existir.
Com o tempo, essas coisas pararam de ser trabalhos separados e viraram um jeito só de olhar. Editar vídeo ensina ritmo e silêncio. Ensinar lógica ensina a explicar sem enrolar. Inteligência artificial ensina que uma máquina pode fazer muita coisa, menos querer. O querer continua sendo de quem faz. Jaezes nasce desse querer.
A ideia teimosa é Origens da Alma. Ela vem de uma pergunta que o Igor carrega há muito tempo: o que sobra de alguém quando tiram tudo dele, até o nome? Em vez de responder num texto, ele preferiu responder num jogo. Escolhas que pesam de verdade e não voltam atrás. Um mundo que não espera por você. Companheiros que podem não chegar ao fim. E lendas brasileiras, das que ele ouviu quando criança e nunca esqueceu, andando pelos mesmos caminhos que o jogador.
O jogo está sendo feito com poucas mãos, muitas noites em claro e uma regra simples: nada entra pronto. Cada animação, cada som, cada detalhe pequeno é pensado antes de entrar, porque é no pequeno que a alma mora.
Eu gosto de animação. Eu gosto de detalhe.
Se você leu até aqui e sentiu que esse jeito de fazer as coisas conversa com o seu, dá uma olhada em Trabalhe com a gente. Jaezes nasce de poucas mãos, mas procura outras.